Lição 12 – Esperando, mas trabalhando no reino Deus

 

Lição 12 – Esperando, mas trabalhando no reino de Deus

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical da Lição 12 do trimestre sobre “As Parábolas de Jesus”

Mais uma vez permanecem  à frente de uma parábola escatológica, que indica para a chegada de Jesus e a modo de agir que qual se espera de seus criados de certa maneira o esperam voltar. Na Lição antiga, sobre a parábola das dez virgens, compreendemos que o Senhor requer

INCLUIDA

FACILIDADE dos que observam sua vinda Neste momento parábola dos talentos, o ponto principal está no TRABALHO CUIDADOSO que se aguarda dos criados do Senhor Raciocinemos e compreendamos com o nosso Senhor, para que em sua vinda sejam sorvedouros em flagrante serviço.

I. Interpretação da parábola dos talentos O contexto da parábola A parábola dos engenhos (e não dos “dez talentos”, como já foi de maneira incorreta denominada em algumas bíblias) está na circunstância do (prédica) profético do monte das Oliveiras, enunciado por Jesus. Este discurso, como caracterizamos no conhecimento da Lição antiga, indica para a execução do projeto profético de Deus para Israel, mas com algumas acomodações que também nos dizem respeito (a Igreja), principalmente no que adequar à nosso comportamento quando esperamos o retorno de Jesus Cristo.

Como foi com a parábola das dez virgens, exclusivamente Mateus, que compõe para os judeus, registra a parábola dos talentos, do qual propósito continua sendo esclarecer, por meio de conferências, verdades do “Reino dos céus” (Mt 25.1,14). Esta parábola fala de negócios, rendas e ganhos, tema de que Mateus, ex-cobrador de impostos, sem dúvidas compreendia muito bem, o que pode ter-lhe chamado algo específico para transcrever essa parábola.

Há definição de aspectos entre esta parábola e a parábola das dez minas narrada por Jesus em Lucas 19.11-28, principalmente no comportamento do terceiro criado, que por medo e falta de cuidado deixa de pôr em prática o dinheiro de seu senhor e possui o castigo por sua própria discussão e insucesso.

A responsabilidade conforme a competência Jesus compara o Reino dos céus a um homem rico que, zarpando para fora da terra, restituiu a três de seus servos talentos “segundo a sua capacidade” (v. 15), Ou seja, numa capacidade de gerir entendimento de cada um de seus criados. Não está escrito que o senhor tenha que está em categoria aos seus criados que diversificassem os talentos possuídos, mas admitisse que esta era baseando-se em probabilidades, semelhante ao comportamento dos seus criados e as compensas dadas a cada um por momento de sua volta.

Já vimos neste trimestre que o talento era uma medição de peso, do qual valia mudava semelhante a divisão do tempo e o local. Porém, de maneira comum, aceita-se um pouco em 6 mil moedas de prata como o valor que corresponde a cada talento (de ouro). Que tenha possibilidade, só a partir do século XV é que a palavra talento passou a ser usada como asas a imaginação para ”dádivas ” ou ”qualidades”, e isto se deu que consiste na dívida à explicação desta parábola narrada por Jesus. Pronuncia-se como a Bíblia vem inspirando de longas datas a linguagem cuja existência subsiste há muitos séculos!

Diligência versus negligência, confiança versus medo  de que maneira depressa o senhor tenha ido embora para fora da terra (narrar por palavras à elevação de Cristo aos céus), os dois primeiros criados ofereceram a trabalhar para fazer vencer os talentos possuídos. Os dois duplicaram os bens de seu senhor: o primeiro comerciou os cinco talentos privilégio mais cinco; o segundo comerciou os dois talentos e privilégio mais dois (vv. 16,17). Não sabemos No momento determinado quais foram os negócios feitos por eles, se investimentos bancários, se empréstimos com rendimentos, se comercializar, etc. O fato é que o rendimento alcançado por um e outro foi de 100%.

Porem, cada um destes dois primeiros criados agiu na medida de sua quantia máxima e enobreceu a esperança que seu senhor colocara neles. Foram cuidadosos, isto é, apostos ao trabalho. Embora não lhes tenha sido esclarecido quando o senhor retornaria, não se repuseram à característica, nem descuidaram nos cuidados dos domínios. Antes, foram servos operativos até o dia do acertes de contas (v. 19). O terceiro servo, contudo, antepôs um trabalho muito útil e de acelerada realização: cavar terra e esconder o dinheiro de seu senhor (v. 18). Em nossa cultura hoje, esta ação do criado pode ser estranha, Mas, como realça Keener, “uma das formas mais cativas-e menos utilizável-de defender o mesmo dinheiro era enterrá-lo” [1]. Porém, o vantajoso do senhor não era em ” vigiar”ou ” defender” somente os talentos devolvam aos criados, mas aumentá-los e multiplicá-los! Embora o criado tenha atraído provar inocência sua falta de cuidado no medo da qualidade do que é severo de seu senhor (vv. 24,25), tal desculpa nada mais que auxiliou para se destacar a ruim personalidade do apropriado criado: se pensava que seu senhor era exigente, então por isto mesmo devia ter ornado cuidado para fazer aumentar os bens de seu senhor contrariamente de escondê-los; além de, como ficou claro nas compensas predeterminados pelo senhor aos outros servos, ele não era um “homem firme”, mas um homem bom e de bom caráter.

O pagamento a prazo de contas e as recompensas Apesar de que seja demoroso “muito tempo” (v. 19) para voltar, o senhor relativamente aos criados veio para tornar justo, contas com eles. O atraso, na exatidão, era característica para os criados trabucarem mais e ganharem grandes ganhos. Contudo, nem todos conseguiram tirar vantagem ao o tempo de modo correto. À medida que os dois comerciavam, um estava imóvel. Todos, porém, foram chamados a conceder contas!

Aos dois primeiros servos, que ganharam lucros de 100% sobre os bens que lhes foram confiantes, o elogio e a retribuição foram as mesmas (até porque o resultado foi o mesmo, na devida conformidade do que cada um recebeu). O senhor confirma cada um deles como “bom e fiel servo” e lhes retribui de duas formas:

Entregas grandes obrigações, porem, promove-os a postos e possuir obrigações; Dá acesso a ” Satisfação”, isto é, à festa de comemoração que ele preparara após sua volta [2] Ao terceiro servo, desleixado e temeroso, porém, não é dado elogios nem novos momentos ou mesmo acesso à satisfação. Na verdade, em vistas de sua confidência que é auto que condena(vv.24–25), tal criado é chamado de “mau e desleixado” (v. 26) e ainda de “servo inútil” (v. 30) — quão assustador é ouvir isso do seu próprio senhor! — , tem seu único talento tomado e ainda é lançado nas “trevas”, onde há “pranto e ranger de dentes”, isto é, completamente o oposto da ”satisfação” a que os outros dois servos tiveram capacidade.

Agora, ao final de tudo isto, voltemos a empreender para a verdade de que assim também é no Reino dos céus: Deus é certo e bondoso para com todos, bom para com os fiéis e exigente para com os preguiçosos e medrosos, que malbaratam os momentos e presentes recebidos! Como concluía o apóstolo Paulo, “concebe, porem, a benignidade e a rigidez de caráter de Deus” (Rm11.22).

II. Usando a nossa quantia máxima para o reino de Deus A comparecimento capacitador de Deus Desde os tempos de antigamente, os homens vêm se sentido incapaz para as missões na obra de Deus. Moisés julgou-se incapaz (Ex 3.11), mas Deus lhe disse “eu serei contigo” (v. 12); Jeremias julgou-se jovem demais para o trabalho (Jr1.6), mas Deus lhe disse “Não temas, eu estou contigo” (v. 8); para o vacilante Josué, que sentiu o peso das obrigações de dirigir como líder o povo hebreu após a morte de Moisés, Deus lhe diz “como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desapontarei” (Js 1.5); para Gideão, que se escondia dos midianitas, o Senhor lhe diz “O Senhor é contigo, homem valoroso” (Js 6.12), e quando Gideão discutiu como ele, tão sem importância que era, poderia livrar seu povo das mãos dos inimigos, Deus lhe responde: “eu hei de ser contigo” (Jz 6.16).

 

A comparecimento de Deus na vida do homem é vital para capacitá-lo Intimamente e lhe dar a coragem essencial para executar da missão. Ninguém pode de si mesmo executar a obra de Deus, a menos que possa ter essa certeza: Deus está comigo! Jesus assegurou aos seus apóstolos: “Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.4,5).

A comparecimento de Deus em nós de que não se pode prescindir! Sem ela, não podemos ir adiante e termos consequência na missão. Por isso Moisés roga: “Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui a” (Ex 33.15), e Davi suplica: “Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo” (Sl51.11). Quando temos a certeza do comparecimento de Deus junto de nós, não tememos os desafios, nem nos apressamos:

A comparecimento de Deus na vida do homem é vital para capacitá-lo Intimamente e lhe dar a coragem essencial para executar da missão. Ninguém pode de si mesmo executar a obra de Deus, a menos que possa ter essa certeza: Deus está comigo! Jesus assegurou aos seus apóstolos: “Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.4,5). A comparecimento de Deus em nós de que não se pode prescindir! Sem ela, não podemos ir adiante e termos consequência na missão. Por isso Moisés roga: “Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui a” (Ex 33.15), e Davi suplica: “Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo” (Sl 51.11). Quando temos a certeza do comparecimento de Deus junto de nós, não tememos os desafios, nem nos apressamos:

Diante das ameaças dos inimigos.

“Mesmo onde as sombras caem mais escuras, teu rosto veja, nada temerei” [3]. Como Neemias, apliquemo-nos corajosa e diligentemente na reconstrução dos muros e confiemos em Deus que nos dará resultado final!

O poder compreensível do Senhor Jesus disse aos seus discípulos: “Eis que vos dou poder…” (Lc 10.19). Esse poder espiritual é a habilitação divina para executar a missão de sermos testemunhas de Cristo “até os confins da terra” (At 1.8), e para produzir em nome de Cristos sinais e maravilhas, como expulsar demônios, curar Santa Unção, falar em novas línguas e advertir o mal (Mc16:17:18).

Hoje Jesus está numa terra muito afastada daqui a — embora ele não esteja afastado de nós, visto que é ubíquo! — , mas nos deixou bens, presentes, dons do seu Espírito para que usemos em prol do seu Reino. E ele também está nos dizendo: “Negociai até que eu venha” (Lc19.13). Cada crente recebeu uma obrigação na Igreja do Senhor, visto que nenhum membro é inútil, e mesmo os mais simples trabalhos são necessários e devem desenvolver com fidelidade na obra do Senhor. Nas palavras de Paulo, “os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são essenciais” (1Co 12.22).

Como diz o hino da Harpa Cristã, “Para cada crente, o Mestre preparou Um trabalho certo, quando o resgatou, O trabalho a que Jesus te chama aqui. Como será feito, se não for por ti?”[4]

Dons espirituais qualidades naturais Não só dons espirituais (línguas, profecia, curas, etc.), mas também qualidades naturais nos foram atribuídos por Deus, Através de capacidades que trazemos desde a infância ou disputas recebido ao longo da vida, e Ele espera que usemos todas essas qualidades para fazer a Sua vontade, acumulando tesouros no céu, onde o ladrão não rouba, a traça não corrói e as crises econômicas não tirarem o valor! (Mt 6.20).

Desenvolvemos musicas ou cantamos? Temos qualidades para escrever? Desenhamos ou pintamos? Desenhamos ou pintamos? Com possibilidade aprendemos outros idiomas? Somos engenhosos em sistemas informatizados? Somos desembaraçados para falar em público? Sem especificação que sejam nossas qualidades, glorifiquemos a Deus através delas! Conta-se que um sapateiro recém-especificação perguntou a Lutero o que poderia fazer para ser um cristão melhor. A resposta do monge alemão foi: faça um bom sapato e venda por um preço justo. Nas palavras de Paulo,“desse modo, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (1Co 10.31).

Seguindo o exemplo do servo desleixado e mau, muitos crentes hoje têm sobretudo os instrumentos, cruzado os braços e estão esperando com comportamento ocioso: seu Senhor voltar. Por periculosidade, preguiça ou medo, caíram em paralisia espiritual e estão deprimindo dentro das igrejas. Cristo morreu por eles de braços abertos na cruz, mas eles agora recompensam tão relevante sacrifício cruzando os braços e se negando a sacrificarem-se por seu Senhor. Estes não querem dizer como Paulo: “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas…” (2Co 12.15). Preferem os divertimentos deste mundo ao invés de aprouverem aquele que os alistou para a guerra (2 Tm 2.4). Estão bem plácidos em suas ocupações temporais, ganhando dinheiro, fazendo sucesso, juntando riquezas terrenas e amizades interesseiras, enquanto rejeitam o chamado divino para o trabalho. Que lhes fará o Senhor quando Ele voltar? Não nos assombremos como o servo mau que foi lançado nas trevas fachadas para ser atormentado, antes restauremos para o que dizem as Escrituras: “Pois, Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio” (2 Tm 1.7,NVI). No poder do Senhor, em amor e como contrabalançam, convenhamos a nossa missão, sem Involuir e sem tememos, mas crendo que “a nossa competência vem de Deus” (2Co 3.5), e que “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começaste a boa obra a finalizará até ao dia de Jesus Cristo” (Fp1.6).

III. Trabalhando até o Senhor voltar Não importa quanto tempo o Senhor permanecera para voltar, seguindo o modelo dos dois primeiros servos desta parábola, apliquemo-nos no trabalho e procuremos aumentar o número dos talentos que Ele nos deu. Se projetarmos bem, a demora de Deus simboliza novas e boas ocasiões para nós operarmos mais e reunirmos mais tesouros no céu, bem como remendarmos os erros de antigamente e melhorar nossas qualidades. Cabe tão exclusivamente a nós, redimirmos o tempo (Ef 5.16;Cl4.5), isto é, tirar vantagem ao o maior de todos cada particularidade (NVI)!

Trabalhemos enquanto aguardamos Já dissemos em estudos maduros ainda neste trimestre que a demora pela vinda do Senhor não pode ser uma demora que tende a contemplar, sem ocupação, desocupada, mas uma espera ativa, operativa, Muito esforçado e diligente. Aos discípulos que ficaram olhando para as nuvens, mesmo após o espetáculo da elevação de Jesus já haver completado, os anjos discutiram “Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foram elevados ao céu, voltará da mesma forma como o viram subir” (At 1.11). Era como se os anjos habitassem dizendo: “Acabou a festa, pessoal! Voltem ao trabalho! Jesus um dia voltará e vocês devem aguardá-lo trabalhando, não olhando para as nuvens”. Os discípulos entenderam, pois “eles voltaram para Jerusalém” (v. 12).

E o fogo está apagando, agitemos o fogo com orações e abstinências para que cresça e continuemos servindo em que há fervor ao Senhor (2Tm1.6). Se a preguicite espiritual quer tomar nossa mente e jogar-nos no sono da morosidade, “despertemos que já é dia”! Se nos sentimos fracos e incapazes para o trabalho do Senhor, fortifiquemo-nos na graça que há em Cristo Jesus (2Tm2.1). Só não podemos cruzar os braços e ainda querer demonstrar nossa falta de cuidado. Não há desculpas que possam livrar-nos da cobrança excelente em que há certeza virá em breve!

O trabalho nunca acaba! Crente só se aposenta quando morre! Até que o último suspiro seja dado, ele precisa estar militando por seu Senhor até completar a carreira, mantendo a fé preservada (2 Tm 4.7). E, na verdade, nem quando morre, o trabalho interrompe, pois, assim como os servos fiéis da parábola arrecadaram novas obrigações com a volta de seu senhor, nós também os salvos, continuaremos trabalhando pelo Senhor em Seu reino Miliário e por um tempo muito amplo, embora tal trabalho já não nos dirigirá mais trabalho e aborrecimentos, mas somente prazer e satisfação encantadores! Está dito que na nova (Jerusalém), os servos do Senhor “para sempre o servirão” (Ap 22.3).

Não reproduzamos Demais, que abandonou a obra do Senhor, “amando o presente século” (2 Tm 4.10), mas sigamos o aviso do apóstolo Paulo feita ao jovem líder Timóteo: “Mas tu, sê frugal em tudo, sofre as angústias, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério” (2 Tm 4.5). Cumpramos o nosso ministério, isto é, o serviço para que fomos motivados pelo Senhor Jesus? Pois, Ele prometeu: “E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra” (Ap 22.12).

A festa já está preparada para os fiéis Aos dois servos custosos foi dada entrada na grande festa que o senhor havia preparado após a volta, além de novas obrigações que lhes foram confiantes. Assim também Cristo dará recompensa aos que de maneira fiel lhe servirem, dando-lhes entrada na grande festa que está a preparar e confiando-lhes novas tarefas no Reino dos céus. Quem é fiel no pouco do lado de cá, receberá as glórias de além! Como dizem de modo popular, “Deus é bom e paga bem”! O salmista pronunciava em versos, confiante da satisfação eterna no comparecimento de Deus: “Far-me-ás ver a vereda da vida; no teu comparecimento há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias De maneira perpétua” (Sl16.11). Creio que muito em breve concentraremos a esta festa celestial, onde só há vida, alegrias e delícias!

Não retroceder, nem estacionar, mas avançar e fazer mais! A gratidão pela generosidade do Senhor e a confiança de que não o servimos em vão, deve levar-nos a sermos “firmes, constantes e sempre abundantes na obra do Senhor” (1Co 15.58). A palavra “abundante” no texto grego quer dizer exceder um número previsto, o que dá a ideia de superar, fazer mais, ir além, é transbordar em boas obras! Ajude-nos Deus para que ao invés de enterrarmos o talento que nos deu ou o usarmos indevidamente, venhamos juntar, nos encher e até transbordar de boas obras que glorifiquem ao nosso Deus! Seja cantando, orando, pregando, evangelizando, ensinando, tocando, liderando… sejamos sempre abundantes na obra do Senhor!

Aos que estão pensando em dar uma estacionada nos trabalhos em 2019, buscando quem sabe um pouco de descanso, a Palavra lhe diz “Levanta-te e come, porque te será muito longo o caminho” (1Re 19.7). Não é justo que enquanto alguns oram pra Deus enviar mais trabalhadores pra sua obra (Mt 9.38), outros estejam confortavelmente sentados sem querer se envolver na obra! A obra de Deus não é como um ônibus, onde só um dirige e os outros vão tranquilamente sentados em seus bancos até chegar aos respectivos destinos; a obra de Deus assemelha-se muito mais a um barco a remo daquelas competições de canoagem, onde todos os ocupantes devem remar em sincronia para chegar ao destino pretendido. Se um ocupante do barco ou canoa não rema, ele torna-se um peso para os demais que estão a remar. Todavia, como dizia uma antiga canção infantil, “Deus não quer preguiçoso em sua obra”!

Finalização A pergunta feita ao profeta Jonas, que o mesmo que durando ao chamado de Deus para pregar em Nínive buscava esconder-se no porão de um navio, continua a causar eco aos nossos ouvidos hoje: “Que ocupação é a tua?” (Jn 1.8). Em que estamos ocupados recentemente? Temos vivido para glória de Deus? Temos sido bons encarregados do nosso Senhor, que de maneira gentil nos responsabilizou dons necessários e habilidades diversas? Que ao final desse estudo, possamos com franqueza de coração cantar ao Senhor aquele exageradamente belo hino, assumindo com Ele o compromisso de servi-lo fielmente todos os dias que aqui vivermos:

“Meus dons e talentos são pra te servir, Meus dons preciosos são teus, Não vejo razão na minha vida sem Ti, Tu és meu Senhor e meu Deus” Amém.

1 comentário para “Lição 12 – Esperando, mas trabalhando no reino Deus

  1. nelson • 30 de janeiro de 2019

    Olá gostei do artigo para mim que estou começando agora são dicas valiosas. Nossa prioridade é divulgar a palavra de Deus

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